Costa Web Novel

26.5.14

Décimo Segundo PART 3 e PART 4 - M.A.D


Aquele seria o último dia naquele lugar, que por muito que criticavam suas últimas acções viviam deixando no mesmo estado, apesar de usarem químicos mais aceitáveis.  Nos últimos dias estava sentindo seu corpo pedir as substâncias que tinha se habituado a usar, o que deixava-o agressivo e impaciente, agradecia sempre que se senti-se melhor os médicos terem proibido visitantes, não queria que nem sua mãe e nem Mia o vissem daquela forma. Mas ainda não conseguia entender aqueles médicos que estavam ingerindo-lhe aqueles sedativos que tinham quase o mesmo efeito que as drogas, porque naquele momento ele estava sentindo-se nos céus. Mas Mia agora estava com ele.
A porta do quarto se abriu e apesar da imagem desfocada que ele tinha conseguiu reconhecer Diego, e sua amiga que a tempos se tinha mostrado preocupada com ele. Porque os dois estavam ali? Isso era algo que ele muito queria responder já que os dois mostraram nenhum interesse nele que estava deitado naquela cama e quase inconsciente.
Ele segurava ela pelo braço, e dizia-lhe coisas de uma maneira meio agressiva, coisas que ele mal entendia. " Me deixa em paz"; " foi um erro"; " estava carente"; "eu amo Mia". As lágrimas que a rapariga derramava denunciava tudo. Naquele momento ele podia ter o cérebro funcionando de uma maneira lenta, mas até uma criança entendia o que estava acontecendo ali. Diego estava pondo um fim em algo que tinha com ela, pelo amor a Mia, que significava que os rumores que estavam rodando pela escola eram verdadeiros. Ele e a morena que o acompanhava, comiam-se.
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Ela mexia a sua cintura para um lado e para o outro, com calma, acompanhando a música que tocava na aparelhagem, Tonight de Jonh Legend.
Sua garota estava mais feliz que nos últimos dias, ele sabia bem que não era só por ele. Ele tinha que admitir por mais difícil que estivesse sendo que Tiago fazia parte dela, fazia parte da felicidade dela.
No entanto o medo de perdê-la era maior. Ele tinha errado e muito, e por muito que ele soubesse que ela também tinha traído a confiança dele, ele tinha feito pior.
Ele jamais podia ser capaz de conseguir uma rapariga melhor do que a que ele tinha, apesar daquele corpo pequeno magro, dos seios médios e firmes e aquela bunda quase normal, apesar de não estar cheia de curvas. Era o seu coração que o atraia. Seu jeito meigo e carinhoso, que não a abandonava nem
mesmo quando estava furiosa domava-o.
Juntou-se a ela naquela dança calma , sentido suas costas sobre seu peito e sua bunda roçar sobre o seu membro, deixando-o mais atento a qualquer sinal.
Ela inclinou a cabeça ligeiramente para trás fazendo-o ver que tinha os olhos fechados e um enorme sorriso nos lábios.   Colocou suas mãos sobre sua cintura, acompanhando os movimentos deixando-se envolver como ela ao som da música. Podendo simplesmente apreciar ela e ele naquele momento.
A rapariga virou, para poder estar frente a frente a ele, entrelaçou seus braços em seu pescoço, sem parar de movimentar-se ao som da música apoiou-se nas pontas dos pés e tomou os lábios dele.
Seu coração batia velozmente, com uma velocidade semelhante a circulação de seu sangue.
Aquilo devia ser o paraíso, por que nunca antes ela tinha-o beijado daquela maneira, talvez aquilo fosse o sinal, que ela estava preparada.
Sentiu que ela mesmo traçava o caminho para o quarto dele, enquanto cada peça que cobriam seus corpos caiam sobre o chão de madeira de sua casa.
Puxou-a contra ele, empurrando-a sobre a parede, elevou suas pernas até sua cintura, segurava firme suas pernas enquanto seus lábios faziam uma trilha que ele sentia toda a emoção bem em seu membro que em breve podia ser capaz de rasgar o tecido que o cobria.
O sabor de seus mamilos era bem melhor que ele sempre imaginou, ela inteira era melhor do que ele sonhara.
Deitou-a logo sobre a cama, assim que entraram em seu quarto. Não se importou por ver que os seus olhos ainda mantinham-se fechados, talvez fosse por medo. Aquela seria a primeira vez dela, deles. Apesar deseja-se que ela não perdesse nenhum momento, ela devia temer.
Deitou-se sobre ela tomando a sua boca enquanto suas mãos passiavam pelo corpo dela, explorando, conhecendo cada centímetro daquele corpo que muito em breve seria apenas dele.
Sua boca agora explorava seu corpo, e com olhos amava cada centímetro novo que conhecia dela. Seus ouvidos deliciavam-se ao som dos gemidos e da respiração ofegante. Suas mãos tratavam de deixá-la exactamente como ela tinha vindo ao Mundo. O seu cheiro, embriagava-o, deixava-o alucinado, ela seria sua.
- Tens a certeza, meu amor? - Questionou com sua boca sobre a dela, e seus olhos ainda estavam fechados.
- Claro, Tiago - disse ela sorrindo. E intristecendo-o. Ela nunca seria sua, porque ela nunca foi.

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Olá Meninas! 
Tudo bem, espero que gostem do duplo. É um pedido de desculpas.
Beijo Meninas! 

12.5.14

Décimo Segundo Part. 2 - M.A.D


- Não! - disse Jorge pela décima vez naquela conversa.
A introdução, o desenvolvimento e conclusão apresentados por Mia, foram até excelentes e dignos de seu apoio, mas não era o verdadeiro motivo que sua filha queria torna-se voluntária. E enquanto ela não dissesse a verdadeira razão, não podia apoia-la e nem sequer estava se importando com o olhar de Laura.  
O olhar de sua mulher o chamava de hipócrita. Ele podia dizer a mulher que apenas queria sinceridade da parte de sua filha, queria que ela fizesse o que ela tinha feito há alguns anos atrás. Ele não impediria, ele nem sequer era contra o que a filha queria, apenas aumentava o orgulho que ele sentia por ela e por si, por ter sido capaz de tornar-se um novo homem, apesar de o motivo maior ter sido aquela mulher linda que tinha ensinado a sua filha todas as qualidades que tinha, e a mais bela, era de lutar pelo bem das pessoas que amava.
- Pai - implorou - Você conhece a Chila, aquela amiga de Diego - iniciava um novo discurso - Ela também fez isso, antes de ir a Universidade e disse que aquilo ensinou-a a ser alguém melhor - disse vendo que seu pai manteu o rosto de desagrado que tinha desde o momento que ele tinha entendido o que ela estava o pedindo. - Eu pensei que você confiava em mim! - disse triste.
- Seu pai confia - Entreviu Laura rapidamente. - Ele até esta orgulhoso de ti - avisou sorrindo.
- Mas você não está sendo sincera comigo Mia - falou olhando para as suas mãos que estavam unidas as da mulher.
Aquela mulher tinha sido a cura dele no mesmo problema de Tiago há alguns anos atrás. Ele pensou que no dia que ela o viu colocando aquilo dentro de si até convidando-a seria o fim. A maneira que ela tinha ido embora sem dizer-lhe nada, seria a ultima vez que ele a viria, que poderia nunca mais sentir o que ela o tinha feito sentir. Mas não, ela enfrentou até mesmo os pais, para ele ser aquele homem, aquele pai.
- Tiago precise de mim - disse fazed seu pai sorrir.

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Peço desculpas pelo atraso e pelo tamanho do capítulo.
Boa Leitura

4.5.14

Décimo Segundo Capítulo - M.A.D

Feliz dia das Mães. 
Meu mês é muito especial, devido este dia (Eri) 
Resposta aos Comentários:
Ilka: Ele não tinha antes, devido a suposta tentativa de suicídio é obrigatório consultar um. Obrigada por comentar.
Diana: Não ligues, postei aqui depois de comentares o outro, demorei a revisar. Quanto ao Diego... Não sei se esse sentimento mudará! Obrigada por comentar.

Nem sabia que esse capítulo calharia hoje, mas acho que serve para o dia, espero que gostem meninas.

Décimo Segundo Capítulo 

Vendo seu filho com um sorriso enorme nos lábios, teve a certeza que aquela menina era algo mais que uma amiga ou um amor para ele. Mia era a chave para as qualidades de Tiago. 
As lágrimas ainda corriam pelos seus olhos, seu filho já estava longe do perigo, e muito bem acompanhado e não eram lágrimas de felicidades. Eram de nervosismo, angústia. Seu único filho tinha tentado tirar a sua própria vida, e para piorar. A limpeza dos tóxico químicos feita pelos médicos tratava-se de uma situação temporária. Além do uso abusivo de drogas, Tiago não tinha nada de que identifica-se seu comportamento suicida, o psicólogo tinha informado-a que a historia contada por ele podia ser real, apenas precisavam do relatório da polícia para ter 100% de certeza. Tinha sido apenas um acidente, cigarro, álcool e drogas no mesmo lugar, já explicava tudo.
Mas as boas notícias não foram grande ajuda para o seu conforto, ainda havia muito por fazer. Muito por tratar e tudo indicava que faria sozinha. Porque até agora seu marido Tiago, não conseguia largar o trabalho para estar lá, com ela, com o filho. Se era por vergonha, era inadmissível, mas se fosse por culpa ela ainda entenderia, mas nada justificava. Tiago simplesmente não se importava com nada que não envolve-se números. Se não soubesse a eficiência de Carla, secretaria do marido, ele nem devia saber o que estava acontecendo e mesmo assim depois de uma semana ele não estava ali.
- Acho que essa é a minha deixa - avisou Mia assim que Matilde entrou no quarto.
- Eu ouvi quando Diego autorizou-te a ficares - resmungou Tiago, ainda com uma aparência abatida e fraca. 
- Não precisa ir - ajudou Matilde seu filho. 
- Se minhas notas baixarem, culpa vossa - disse apontando para os dois divertida. 
A careta de surpresa e de ofendido feita por Tiago arrancou gargalhadas das duas mulheres que tinham a aparência mais cansada que a sua. 
- Tomei uma decisão - avisou Matilde enquanto Mia sentava-se na cama onde o amigo encontrava-se.
Tiago rodou seu braço pela cintura de Mia, que logo pousou suas mãos sobre o braço agora menos musculoso. 
Os dois sabiam qual era a decisão, seria a decisão que qualquer mãe que amava seu filho tomaria. Decisão que Mia tinha informado a Tiago que tomaria se fosse ela a decidir. E pela mãe, pelas lágrimas que ela derramava, por ele, pelo que ele estava fazendo consigo. Ele iria sem pensar, sem resmungar. Estava na hora dele ver a vida como realmente é, encarar os obstáculos pelo caminho mais difícil. Por ele, por um futuro que ele sonhava, e para nunca mais ele perder aquela rapariga que apertava sua mão com o olhar fixo em sua mãe. Por um futuro com Mia.

1.5.14

Décimo primeiro PART. 4 - M.A.D


Já eram duas horas da manha. Tiago estava ainda dormindo naquela cama desconfortável de hospital. Já fazia tempo que ela não o via. E vê-lo pela primeira vez em muito tempo foi da maneira mais errada. Num hospital.
Matilde já dormia. Por sorte ela conseguiu ver ele acordado por um tempo, depois caiu para os sonhos. Mia estava sonolenta mas não conseguia deixar os olhos fechados. Levantava constantemente para ver se Tiago estava acordado.
Finalmente.
- Tiago? – Perguntou sussurrando.
- Mia? – Respondeu em dúvida.
Ergueu-se suavemente para não fazer estrondo. Levantou sua cadeira e a colocou perto do limite da cama de Tiago, para facilitar falar com ele face a face.
- Estas bem? – Perguntou sabendo a resposta.
- Sim. – Respondeu criando um silêncio estranho.
Nunca tinha visto antes, depois de 4 a 5 anos de amizade, lágrimas em seus olhos ainda machucados, mas encantadores, escorriam por seu rosto.Soluçava e gemia levemente. Mia não sabia o que fazer, o costume era ela estar nessa situação. Mas desta vez ela tinha de ser forte pelo moreno. Tinha de ser feliz, otimista, e conselheira para ele.
- Grandalhão, não compreendo o que tu fizeste, ou o que estas a fazer com tua vida. Mas nós vamos sair desta juntos. Eu vou ajudar-te e tu vás ajudar-me a fazê-lo. Mas não te desmorones.
- Mia, desculpa. Eu estou cansado, estou cansado de viver, estou cansado de sofrer. Nada faz sentido. – Disse chorando amargamente.
Mia levantou-se apertou sua mão dizendo. - Eu amo-te, eu amo-te és uma das 7 maravilhas desse mundo para mim. Eu não consigo ver-te sofrer. Nós vamos fazer isso, vamos sair dessa, juntos - Deu-lhe um beijo na testa e abraçou-o.

25.4.14

Décimo Primeiro Parte 3 - M.A.D


Por vezes errava, mas depois reconhecia. Sabia que a sua ignorância e egoísmo custou à sua amada uma grande amizade. Ela ainda não sabia, e claro, ele tinha a resposta. Por amor a ela afastou-se, a seu pedido! Talvez a iria perder, mas decidiu que não podia ganhar com batota, e de qualquer forma sua consciência já pesava tanto que acabaria por estragar a relação.
-Amor onde estas? Estas mesmo aqui comigo? –Perguntou meiga sentada em seu colo com os braços cercando o seu pescoço. – Viajaste mon aime ( meu amigo em francês), mon copin ( meu namorado em francês)? – Perguntou tocando suavemente os lábios do machão.
- Olha preciso confessar algo. – Disse colocando-a tensa.
- O que foi? Não vais estragar o meu dia pois não?- Perguntou.
- Espero que não. É que nunca é a hora certa para dizer, e eu já não aguento mais omitir o que fiz. – Justificou-se antes mesmo de explicar.
- Diz lá! Já não gosto disso.
Como se o mundo conspirasse, o telefone de Mia toca, não permitindo que Diego revelasse o seu segredo.
 Era Matilde, mãe de Tiago. Estava desesperada e não se podia entender nada. Era Tiago. Foi levado ao hospital de emergência.
Nada mais era importante naquele momento. Mia entrou em choque Diego pode notar. Sentia-se uma péssima pessoa, uma péssima amiga. Ela bem sabia que Tiago não estava bem psicologicamente. Mas não teve culpa ele foi quem à afastou.
Nunca esteve tão sentida como nesse dia, tanto que quase perdia os sentidos. Quis movimentar-se dirigindo-se para fora de casa do seu namorado. Mas não via-se movimentar, como se estivesse presa dentro de seu corpo, sem reacção. Sentiu as mãos fortes segurando-a de modos a que à colocasse sentada. Não entendia seu sentimento, não era normal que isso acontecesse. Sempre levava na desportiva, e nunca entendia porquê as pessoas mostravam-se chocadas por quase qualquer coisa que acontecia com seus familiares, amigos, amados.
Diego tirou o telefone da sua mão, sem entender o que se passava. Foi correndo para cozinha buscar água. Não se sabe como é que em cerca de segundos uma pessoa passa a parecer que não bebe água há muito tempo.
Chegou na sala de estar e deu-a de beber, ainda sem dizer nada para além de “ Acalma-te amor, por amor de Deus”.
- Mia diz-me o que se passa , o que aconteceu que já me colocas doido! – Diz espantado com a situação.
- Diego, eu não sei o que se passa… - Diz começando a chorar de angústia. – Matilde ligou para mim, e chorava… - lamentou. 
- Aconteceu algo com Tiago? – Perguntou realmente preocupado.
- Sim leva-me ao hospital Diego por favor querido, preciso ver meu amigo. – Pede Mia já compondo-se. 
Não entendeu. Pensou que mais uma vez Diego ia reclamar de como ela  dava, supostamente mais importância ao amigo do que a ele.
Fizeram média de 15 minutos na estrada. Chegaram para o hospital e informaram-se e encontraram Matilde acompanha dos tios de Tiago Mendonça.
Assim que a senhora elegância a avistou levantou-se e foi logo ter como Mia a porta da sala de espera. Abraço tão caloroso, amável , zangado, envolto. 
- Querida porquê? Porquê deixaste o teu amigo querida. – Perguntou sussurrando em seu ouvido ainda abraçada a princesa de seu filho.
- Não sei tia? Desculpa! Eu não pensei que fosse assim! – Diz consolando-se.
- Por favor desculpem. – Interrompe Diego. – O que aconteceu?
- Ele incendiou o seu quarto, eu não sei se foi sem querer ou se quis… - Respondo Matilde recebendo um abraço de consolo do Diego.
- Ele está pedindo socorro querida, meu sobrinho é muito melhor. – Diz Diana, a Mulher de Armando, o tio de Tiago, passando a mão pela costas de Matilde.
Era uma situação verdadeiramente lamentável. Seu único filho estava tão mal a pontos de colocar fogo no quarto. Não sabia o que fazer, mas sabia que o erro partia de como ela cuidou da criança durante o crescimento, com frieza e muita ausência. Depois de tanto tempo, ficava muito difícil remediar o erro. Sair da miséria de uma vida para a vida que supostamente todos devem ter. Já passaram de chamadas de atenção, brigas, soluções efémeras, separações, psicologia, ciência mas todas as respostas eram insuficientes e incapaz de encher o vazio que havia nela, e o vazio que tinha a certeza que reinava no coração de seu marido e seu filho.
Pensava tantas coisas, questionava-se se o que causou isso é o seu sucesso financeiro ou a sua falta da habilidade para socializar com sua família. Perguntava-se se era a natureza do mundo viver em agonia, se é que Deus realmente fez o homem para ser feliz. Mas no fundo sabia que havia saída e que haverá sempre, só faltava encontra-la. Pelo menos seu irmão Armando depois de 10 anos sem comunicação voltou quando ficou sabendo do facto. Eram irmãos era o mínimo que podia fazer.
Pela primeira vez na sua vida Diego conheceu o que é amar sem temer, sem sentir nenhum tipo de insegurança ou ciúme. Não contava que ao presenciar a manifestação de amor daquele dois iria sentir-se tão aliviado.
Mia estava apoiada ao ombro de Matilde enquanto sentada e sua mão segurava a de Diego. Os tinham informado que Tiago já estava fora de perigo, foi apenas um susto. Desmaiou por causa da inalação de fumo, mas seu estado já era crítico antes do mesmo. Desta forma descobriram que é um consumidor depois de várias análises. Os médicos sugeriram que ele ficasse uma noite de observação, para o estudo do seu comportamento, já que aparentemente foi uma tentativa de suicídio.
- Obrigada pelo apoio pessoal. – Declara Matilde aliviada mas muito cabisbaixa – Eu vou passar aqui a noite.
- Matilde por favor deixa que eu faça o mesmo!- Exclama Mia olhando para os olhos do namorado, como se a espera de aprovação.
- Filha amanhã tens aulas, é melhor não. Nem tenho a certeza se nos vão deixar ficar no quarto. – Diz a dona te toda elegância.
- Olha eu provavelmente sou uma das melhores alunas daquela instituição. Uma noite não vai alterar o facto. – Respondeu de modos a persuadir sua segunda mãe deixando toda modéstia para trás.
- Tudo bem – Respondeu.
- Olha, querida irmã. – Diz Armando. – Tens de te manter de pé. E lembra-te que para viver nesse mundo, deve se saber como. Estamos aqui e depois já não estaremos, é necessário entender isso e esclarecer o modo que praticas a tua fé. Se tens fé.
- Obrigado maninho. – Responde relembrando os velhos tempos.- Não sei como nunca tens a tristeza estampada na tua face, é incrível. – Sem acabar a frase abraça seu irmão mais novo livrando seus pensamentos  para fora de sua mente.
- Nunca mais deixe-me de fora da tua vida Matilde. Somos muito diferentes, mas somos irmãos. – Armando dá-lhe um beijo e sai com sua mulher.
- Ok, Matilde. Já vou andando então. – Avisa Diego ainda com dó pela situação, e despediu-se de sua namorada. – Amanhã cedinho trago uma roupa para trocares e alimentação. – Continuou.
- Muito obrigada meu bebe. Estas a ser um amigo para mim, vou acompanhar-te até lá fora. – Responde Mia deixando Matilde só com Tiago.

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Minha irmã ficou obcecada pela Selena Gomez. Já não sei quantas vezes ouvi "Who Says"
Bem decidi começar a responder os comentários, aqui para que possam ler.
Obrigada, e sim tivemos uma boa pascoa, e espero que vocês também.

Ilka: Não culpes o Diego, coitado. Fizemos as nossas escolhas e enfrentamos os nossos obstáculos sozinhos. Tiago escolheu sozinho esse caminho. Obrigada por comentar!
Diana: Dá mesmo dó dele. Mas são escolhas que têm as suas consequências. Diego, bem ele terá o castigo perfeito, penso eu. Sim, tivemos e espero que tu também.
Princess: Ainda bem, ficamos felizes por isso. Já em baixo divulgarei e passarei por lá.
Divulgação: Fellings

20.4.14

Décimo Primeiro Capítulo Part.2 - M.A.D

Feliz Páscoa, Meus Amores
Um Domingo abençoado para vocês
Estou feliz, iremos poder dedicar nosso tempo só para vocês.
Teremos uma longa pausa das aulas :)
Espero que gostem
E&E
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Décimo Primeiro Capítulo Parte 2
 

Alguns não ligavam, outros riam, uns sentiam pena, outros tentavam ajudar. Uns ficavam felizes por ele estar pelo menos lá. Mas não era o mesmo rapaz, não era mais o bonitão, dono de todas. Estava mais para um sem abrigo, do que filho de empresários de sucesso. Provavelmente já nem se lembrava do caminho para o ginásio ou para a cozinha de casa, isso sem contar que o rosto dele já estava escondido pelos pelos faciais e o cabelo cujo ninguém alguma vez viu tão grande.
Tiago Mendonça, do mulherengo para um desajeitado. 
Observá-lo era o que Chila mais fazia nos últimos meses. Analisava seu comportamento e reações, e até mesmo apaziguava algumas brigas que ele se metia. Tiago era alguém insignificante  para ela, mas um ser humano que existia no Mundo e que frequentava a mesma Universidade que ela. Mas frequentarem o mesmo andar desde o início era impossível não saber quem ele era. Ainda mais quando Diego o odiava horrendamente.
Tinha que fazer alguma coisa, ela precisava fazer alguma coisa. Não podia ficar de braços cruzados e vê-lo naquele estado. 
Heroína ou cocaína é o que circulava no sangue dele, a ansiedade, a impaciência, a aparência, denunciava o uso. 
Seguiu-o, sem mesmo saber para onde ele ia. Já havia tanta coisa errada que ela estava fazendo nos últimos tempos que ela precisava recompensar. Talvez seu castigo não fosse tão duro.
- Tiago - chamou antes que ele entrasse no banheiro masculino.
O rapaz que estava com a aparência digna de um hippie, encarou-a sem qualquer emoção que pudesse identificar. 
Os seus olhos pareciam estarem a ser forçados a manterem-se abertos, seus lábios estavam estão secos que parecia que não vinham nenhum líquido a muito tempo.
Desceu seu olhar rapidamente para os braços nus dele. 
Seu horror ou mesmo pena, devem ter denunciado que ela viu as marcas de injecção em sua pele pois o rapaz cobriu rapidamente. 
- Sei como ajudar-te - avisou-o.
- Não preciso de ajuda - respondeu.
- Não vai ser fácil, mas sairás dessa - aproximou-se fazendo-o recuar - Tenho meios para ajudar-te.
- Deixa-me em paz - ordenou rude.
- Por favor - disse com dó ao rapaz.
- Fica longe - disse fechando as mãos para manter-se calmo.
- Tiago você precisa de alguém por perto - falou - Posso não ser eu - avisou - Pode ser a Mia...
- Olha aqui - disse empurrando-a contra a parede e com suas mãos já em seu pescoço - Se você diz algo para a Mia eu juro que eu mato você - disse apertando cada vez mais.
Chila manteu o olhar fixo no dele, apesar de sentir o ar faltar. Ele precisava de alguém em quem confiar. De alguém que não tivesse medo. Ela sabia como isso funcionava. O voluntariado ensinou-lhe isso. Como também ensinou-lhe que a pessoa mais importante pode ser o melhor remédio ou a pior droga.

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Comentários respondidos aqui
Comente e seja mais um seguidor.
E continuação da curtinha aqui

13.4.14

Décimo Primeiro - M.A.D + Presente

Prometi e cumpri!
E eu tenho 100 comentários ...
100... Hahahaha! Pobre mesmo contenta-se com pouco.
:) 
Capítulo para vocês e o presente por ocuparem o vosso tempo vindo aqui mostrando-me que alguém lê o nosso trabalho. 
Obrigada :)
Leiam as notas finais
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Décimo Primeiro Capítulo 



A sua pele era macia e delicada, sentia seus lábios mornos beijando sua pele numa calma que chegava a tortura-lo. Ele queria avançar, ele queria satisfazer-se, libertar o fogo que ele continha a anos. Não queria aquela história de sensações e emoções. Ele só queria prazer, satisfação. Apagar o fogo que ele acalmava imensas vezes nos últimos  tempos.
Elevou as pernas grossas e nuas, apoiando o corpo dela sobre a superfície  que era a pedra da cozinha, encaixou-se no meio das pernas dela e pressionou o corpo dela contra o seu, roçando as suas intimidades, fazendo a gemer no seu ouvido, provocando-lhe uma corrente de energia que se pareceu e explodir bem no seu membro.
Tomou os seus lábios com urgência. Esquecendo a delicadeza e o carinho. Aqueles lábios pareciam não merecer o romantismo que ele sempre dava as mulheres. Ele queria dar, porém era uma tarefa que ele era incapaz de cumprir.
Mas ela acompanhava-o como se não se importa-se de quão bruto ele estava sendo. De como ele arrancou a cueca que cobria a sua área mais sensível. Se era assim que tinha que ser para tê-lo, ela teria. Por muito tempo que queria estar em seus braços e aquela era uma oportunidade única.
Sentiu dedos frios tocando-a, fazendo a gemer alto. A onde de calor espalhou-se bruscamente por seu corpo fazendo-a contorcer-se, prendeu seus braços com mais força sobre o pescoço dele, enquanto sentia os dedos agora mais quentes penetrarem-a.
- Quero-te - sussurrou no ouvido dele com a voz rouca e sem fôlego.
Suas mãos já se encontravam com o zíper dos jeans enquanto os lábios que estavam em sua boca sugavam seus mamilos e seus dedos ainda no interior dela.
- Diego - gemeu sentindo que iria explodir muito em breve.
Sentiu sendo preenchida fazendo-a gemer mais alto, esquecendo-se que tinha seus pais dormindo e quão errado era aquilo.
Os movimento que ele fazia estavam sincronizados com os gemidos que deixava escapar, delicadamente fê-la deitar seu tronco sobre o balcão, aumentando a velocidade das suas investidas e o volume dos gemidos dela. Cobriu rapidamente sua boca, abafando seus sons com suas mãos.
Sentiu ela tremer bruscamente e contorcendo-se e sorriu. Como ele sentia falta daquilo, mas não era a ela que ele queria satisfazer daquela maneira. Não era ela que ele queria estar preenchendo naquele momento. Era Mia, e não Chila. Mas ele precisava.

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Confuso o capítulo, não é? Vocês entenderam mais adiante.
Culpem-me pela preversidade, não querendo deixar a Elda envergonhada
E aqui está o meu presente para vocês, e se gostarem divulguem meninas 
-> Presente <-
Beijos!
Comente é Divulgue!