Costa Web Novel

13.4.14

Décimo Primeiro - M.A.D + Presente

Prometi e cumpri!
E eu tenho 100 comentários ...
100... Hahahaha! Pobre mesmo contenta-se com pouco.
:) 
Capítulo para vocês e o presente por ocuparem o vosso tempo vindo aqui mostrando-me que alguém lê o nosso trabalho. 
Obrigada :)
Leiam as notas finais
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Décimo Primeiro Capítulo 



A sua pele era macia e delicada, sentia seus lábios mornos beijando sua pele numa calma que chegava a tortura-lo. Ele queria avançar, ele queria satisfazer-se, libertar o fogo que ele continha a anos. Não queria aquela história de sensações e emoções. Ele só queria prazer, satisfação. Apagar o fogo que ele acalmava imensas vezes nos últimos  tempos.
Elevou as pernas grossas e nuas, apoiando o corpo dela sobre a superfície  que era a pedra da cozinha, encaixou-se no meio das pernas dela e pressionou o corpo dela contra o seu, roçando as suas intimidades, fazendo a gemer no seu ouvido, provocando-lhe uma corrente de energia que se pareceu e explodir bem no seu membro.
Tomou os seus lábios com urgência. Esquecendo a delicadeza e o carinho. Aqueles lábios pareciam não merecer o romantismo que ele sempre dava as mulheres. Ele queria dar, porém era uma tarefa que ele era incapaz de cumprir.
Mas ela acompanhava-o como se não se importa-se de quão bruto ele estava sendo. De como ele arrancou a cueca que cobria a sua área mais sensível. Se era assim que tinha que ser para tê-lo, ela teria. Por muito tempo que queria estar em seus braços e aquela era uma oportunidade única.
Sentiu dedos frios tocando-a, fazendo a gemer alto. A onde de calor espalhou-se bruscamente por seu corpo fazendo-a contorcer-se, prendeu seus braços com mais força sobre o pescoço dele, enquanto sentia os dedos agora mais quentes penetrarem-a.
- Quero-te - sussurrou no ouvido dele com a voz rouca e sem fôlego.
Suas mãos já se encontravam com o zíper dos jeans enquanto os lábios que estavam em sua boca sugavam seus mamilos e seus dedos ainda no interior dela.
- Diego - gemeu sentindo que iria explodir muito em breve.
Sentiu sendo preenchida fazendo-a gemer mais alto, esquecendo-se que tinha seus pais dormindo e quão errado era aquilo.
Os movimento que ele fazia estavam sincronizados com os gemidos que deixava escapar, delicadamente fê-la deitar seu tronco sobre o balcão, aumentando a velocidade das suas investidas e o volume dos gemidos dela. Cobriu rapidamente sua boca, abafando seus sons com suas mãos.
Sentiu ela tremer bruscamente e contorcendo-se e sorriu. Como ele sentia falta daquilo, mas não era a ela que ele queria satisfazer daquela maneira. Não era ela que ele queria estar preenchendo naquele momento. Era Mia, e não Chila. Mas ele precisava.

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Confuso o capítulo, não é? Vocês entenderam mais adiante.
Culpem-me pela preversidade, não querendo deixar a Elda envergonhada
E aqui está o meu presente para vocês, e se gostarem divulguem meninas 
-> Presente <-
Beijos!
Comente é Divulgue!

12.4.14

10 Capítulo PART 3 - M.A.D

Não mereço perdão nem nada parecido. Mas peço desculpas, está ficando complicado para mim, o que me faz sentir péssima. Não que tenha centenas de leitores para me justificar, mas os que tenho são tudo que eu poderia pedir. Desculpem-me. Agora sendo seria. Todo o Domingo e com bônus Jemi para vocês. Começa o Bônus amanhã mesmo :) 
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Capítulo 10 . 3ª parte.

- Amo, amo, amo, amar-te. – Declara Diego enquanto suas pupilas alastram. - Nunca pensei que fosse a mim que entregarias o teu coração. – Respondeu tão sincero quanto podia ser. – Nada ou ninguém há de nos separar. – Continuou fortalecendo a sua declaração.
Em tempos, Diego vivia reclamando de como Tiago era o primeiro refúgio dela,  Tiago daqui e acolá. Este facto era uma parede que os separava do amor que era suposto terem um pelo outro. Depois do desaparecimento do moreno da vida de Mia ficou claro que dividir o amor diminui a intensidade como se demonstra, mas talvez não muito como se sente. 
Talvez fosse o facto de ela entregar-se finalmente por completo a seu companheiro. Ou o facto de se sentir rejeitada fez com que ela amasse mais quem à aceitou. 
Entretanto nada poderia apagar o facto de que por um bom tempo quem à apoiava de baixo para cima era seu querido, irmão, amigo, grandalhão. Já começava o dia perguntando porquê, como se não bastasse acabava por perguntar porquê não. Não era exatamente o que ela queria, elimina-lo de sua vida. Mas de qualquer forma não sabia exatamente o que queria. Estava confusa sobre a possibilidade de estar confusa, assim como não entendia o que realmente aconteceu para todo essa reviravolta, não estava triste, feliz ou infeliz. Simplesmente estava. Estava a usufruir daquilo que ao menos tinha, amor de sua família, amor do Diego, amor por ela própria. Mas como estaria seu amigo? Bem? Mal? Abandonado?
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Reparei agora que nem capítulo isso é!
Que vergonha ( momento que só emoji explica)
Amanhã resolverei isso amores

4.4.14

Décimo Capítulo PART. 2 - M.A.D

Tiago encontrava-se mais e mais dentro do género de vida que ele nunca sonhou ter. Pelo menos foi sortudo o rapaz não ter apresentado uma queixa. Talvez por medo, pois sabia que ele seria culpado de estupro se denunciasse Tiago. Não sabia o que fazer a seguir. Não percebia coisa alguma, mas conseguiu tomar uma decisão ao menos. Depois de ter quase morto alguém já não via prazer em consumir substâncias entorpecentes. Mas o vício ainda estava activo e precisava de ajuda, queria ajuda, mas tinha vergonha de explicar para quem quer que fosse, e a única pessoa a quem conseguiria distanciou-se dele, totalmente.
Não sabia de onde o seu amigo buscava as drogas, e agradecia por não saber. Desta maneira saia desta facilmente. Bastava mandar para o lixo aquele a quem chamava amigo.
- Tiago! – Matilde chamou na esperança que ele saísse da varanda de seu quarto- Filho? Já comeste alguma coisa?- Perguntou assim que o viu.
- Sai do meu quarto Mulher, não quero-te aqui. – Respondeu grosseiro.
- Quarto é seu, mas a casa é minha, minha - Repreendeu. - Estou preocupada! Quase nem comes,  o que se passa?  – Questionou ferida e histérica.
Tiago suspirou e ignorou-a como se nem tivesse ouvido.
– Tu vás comer a bem ou mal, se não aceitares sais da minha casa, pois ela não é um museu onde ficam coisas mortas! – Disse fazendo referência ao estado físico de seu único herdeiro.
Sua mãe esforçava-se para saber o que  realmente estava a acontecendo com ele. Mas tinha dificuldades, nunca foi tão presente e nem amiga. Tentava, mas não conseguia. Era a menina que o tirava das ruas, que o repreendia, repentinamente desapareceu daquela casa levando a alegria com ela. Há tempos que já não via seu filho nem estudando, nem fazendo confusão, simplesmente nada.  Ele simplesmente estava ali, porém invisível, comportava-se como se não existisse. Saía pela manhã com uma mochila e voltava a noite, mas os cadernos e livros continuavam no mesmo sítio, em casa, por baixo da cama. O bom é que já não ouvia falar de Tony, o que deixava-a um pouco mais tranquila. Suspeitava que era talvez excesso de álcool ou alguma depressão, alguma coisa análoga, mas negava o que suspeitava, pois ela nunca daria a luz a um filho que se perdesse no mundo. Um filho doente. E de maneira nenhuma envolveria médicos. Certamente que é o amor pela amiga. Pois ela desapareceu. O que ele precisava era conhecer novas pessoas.
Pegou no prato de sopa e colocou ao lado dele. Nem sequer um olhar trocaram, ele estava noutro mundo. E sua mãe nunca tinha saído do dela.
- Vou viajar durante um mês, querido. - avisou - Sei que não queres falar comigo e que gritei contigo. Mas amo-te muito - disse apercebendo-se da ausência de reacções vindas dele - Deixei muitas comidas feitas na geladeira para te alimentares -  avisou-o acalmando os ânimos.
- Vai, foge. É o que sabes fazer. – respondeu frio e trêmulo fazendo escorrer uma lágrima dos olhos de sua mãe.
- Eu não sei o que queres de mim filho? Dou-te tudo, tens tudo que sempre quiseste, todo o sucesso que tenho é por ti. – Falou soluçando.
Tiago gargalhou, espalhando a sua ironia e desprezo pelas palavras citadas. Como se o sucesso dela muda-se alguma coisa. Talvez se não lhe fosse dado tudo que desejava as coisas seriam diferentes.
- Deus, o que eu fiz de errado? – sentou-se, fraca , lamentando. Ela era mãe e o amava de verdade, mas não era fácil para ela demonstrar o seu amor pelo filho. Não tinha ainda se apercebido que não era de coisas que o filho precisava mas sim dela.
- Por favor, por favor… diz-me o que faço – Perguntou ainda sentada na beira da  com os olhos fixos na sombra de seu filho Aguardando alguma reação, algum sinal. Alguma coisa.
Em fim Tiago saiu daquela varanda. Ouvir sua mãe daquele jeito nunca foi seu plano, mas contudo ele precisava que ela demonstra-se seu amor, ele queria saber que alguém o amava. Entrou para o quarto onde estava sua mãe. Ajoelhou-se, parecia um velho pela maneira que movimentava-se, e deu um beijo sobre o cabelo de Matilde.
- Vá embora. – Respondeu ferindo a mãe.
Lembrou-se de como era tão divertido ter a casa para ele. Claro , ele nunca estava sozinho, Mia encarregava-se de enche-la de alegria que parecia que a casa sempre estava cheia dela. Pois desta vez estava mesmo sozinho. Seu pai nem sequer se importava. Nem mesmo ficava tempo suficiente para ver alguma mudança, nele ou na casa.
Voltou para varanda, observava as pessoas que passavam pela vizinhança. Era incrível como duas pessoas que vivem na mesma rua nunca cruzavam-se quando o caminho é quase o mesmo. Colocou seu auscultadores, pegou seu cigarro, enquanto ouvia o motor do veículo de sua mãe ligar e sair da garagem. Seguia com os olhos onde o automóvel ia numa velocidade abaixo da média quando os seus olhos viram o que desejava,Mia.
Estava sorridente, radiante, bela, feliz e usava o vestido que ele tinha oferecido. Acenava à Matilde. Sua mãe fez questão de ir ter com ela. Verificou que abria a janela para permitir que Mia falasse. Riam as duas, e gesticulavam como se conversassem algo meramente sério. Finalmente arrancou. Mia dava costas a casa dele e observava Matilde desaparecer. Ele sabia que ela tinha a certeza que estava naquela varanda. Sua mãe provavelmente contou. Tiago quis gritar pelo nome dela, pegou o cigarro e atirou ao chão, levantou-se daquela cadeira quando ela vira-se para varanda permitindo o contacto visual. Não diziam nada. Estáticos os dois estavam. Observavam-se sem se quer sorrir, chorar ou acenar. Simplesmente comunicavam-se pelo olhar. Lembrou-se que estava com um aspecto horrível que o colocou tímido. Em questão de um segundo entulhou-se no quarto deixando-a observar a varanda vazia.

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Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Leitores fiéis e fantasmas beijão para Vocês.
Gostaram do Capítulo?
Sim! Oh que bom :) Kkkk
Bom final de semana 

29.3.14

Critica de Fanfic

Olá!
Esta é mais uma crítica. Esta não é uma fanfic como estamos acostumados a criticar no CDF.
Espero que a escritora concorde com a crítica.

Status do blog:
Nome: Meu Amor é Doutro.
Dona do blog: Erii.
Fanfic a ser criticada: Meu Amor é Doutro.

A fanfic foi criticada até ao capítulo 10, último capítulo postado.

Visual/Gadgets e outros...: Aconselho a colocar os seguidores no blog para que seja mais fácil os leitores seguirem. Caso não saiba é só comentar aqui em baixo no post que respondo por comentários no teu blog.
Aconselho também, devido a já ter lido comentários de leitores mal-humorados, que coloque um "bem-vindos" ou qualquer outra saudação ao visitante. Já vi muitos leitores comentarem algo desagradável ao não lerem essa palavra "milagrosa".

Personagens: São apenas as personagens principais apresentadas. A descrição delas é quase feita ao pormenor o que dá para entender o que vai acontecer ao longo da história. Cuidado com isso!

Sinopse: Muito pequena mas ao mesmo tempo com muita informação. Já se sabe o que vai acontecer na história. Tente ter cuidado com isso porque a falta de suspense ou mistério pode prejudicar na forma como os leitores lêem a história. Todos, neste momento, já sabiam o final. O Tiago vai ficar com a Mia!

Prólogo e Capítulos: Quanto à forma de escrita, umas vezes eu leio na terceira pessoa, no gerúndio, e outras vezes na primeira pessoa. Não sei o que os leitores acham mas eu ao ler os capítulos não gostei. É a primeira vez que eu leio algo escrito assim. Não sei se é portuguesa ou brasileira mas causa algum desconforto ler das duas "formas", na minha opinião.
Quanto à narração é à descrição, gostei! Acho que os leitores foram tocados com cada palavra e sentiram-se perto da personagem feminina (a Mia).
Quanto à imaginação, a história é muito pouco misteriosa e já se sabe mais ou menos qual vai ser o seu final no entanto, em alguns capítulos fiquei surpreso com a atitude da Mia. A ideia não é tão original pois quando falamos em romance muita coisa derivada do género aparece em blogs e muitas coisas semelhantes também mas, no geral, gostei da história.

Dica:

1- Cuidado com a falta de suspense ou mistério.

Nota 7.

A história foi aprovada por mim, Rui, e vai ter que colocar a crítica no blog tal como está indicado nas regras. Obrigada por se inscrever no Críticas de Fanfics.

Como selo, tendo que conta que não tinha Demi nem Jonas (não é fanfic)...enfim...ninguém que tenha pertencido à Disney, decidi fazer algo mais aleatório.

Selo:


Agradeço imenso pela crítica e ainda mais pelo blog ter sido aprovado. É uma vitória para mim é para Elda, levaremos em consideração os conselhos nos próximos capítulos, e digo já que acho que eu e a Elda iremos alcançar o nosso objectivo no final. O que me deixa ainda mais alegre. 
Beijão pessoal, estou muito Feliz apesar de doentinha.

* Comunicado *

Olá queridos leitores! Sinto-me culpada por não estar sempre presente para vocês. É muito difícil aqui do meu lado! Mas saibam que cada vêz que vejo um comentário vosso escrevo com mais amor! Vocês são o nosso incentivo : ) Continuem Pertinho!                                                                   *Elda*

28.3.14

Décimo Capítulo - M.A.D

Seu relógio marcava sete horas e vinte e três minutos da tarde. Estava sentado na beira do passeio de alguma rua que ele não sabia como ali tinha chegado. 
Sua cabeça doía e sentia-se faminto. Não sabia onde estava e como chegaria a casa, nem mesmo onde estariam seus pertences.
Mia, a culpa era de Mia. Porque ela não tinha escolhido declarar seu amor em outro lugar, estava se tornando um homem capaz de cumprir suas promessas, mesmo que elas estavam sendo muito difíceis de concretizar.
Seu olhar, aquele último olhar. Seu coração quebrou naquele momento e não quando ela beijou o namorado. Mas sim com aquelas palavras e aquele olhar que cortava em pedaços pequenos seu coração. Tinha magoado ela, e doía, doía, estava doendo.
Onde estava o rapaz que não se importava com que as pessoas achavam e diziam sobre ele. O rapaz que olhares só lhe interessavam quando existia sexo no final da história, que indirectas eram como se ruídos para seu ouvido.
Onde estava? Talvez longe, muito longe daquela rua suja e quase sem asfalto, iluminada por alguns apartamentos que cujo os proprietários tinham pago a luz. Ele não era o mesmo, ele já não agia como antes, não havia controle, não havia limite, ele sentia e arrancava, não da maneira mais correcta, ele sabia, mas era da única maneira que ele era capaz de apagar seus sentimentos.
Como alguém podia lhe amar? Como Mia podia amá-lo? Ela merecia muito mais que um rosto, que um corpo. Ela precisa de um homem, um homem que lhe faria viajar pelos contos de fadas que ela sempre gostou quando nova, que lhe fizesse viver um romance como os que ocupavam as prateleiras de seu quarto, ela precisava algo melhor que um monte de barro, um monte de pedras, que ela já carregava a algum tempo, mas que agora sua quantidade havia aumentado.  
Levantou-se meio desorientado, ainda não reconhecendo onde estava, sem conseguir lembrar o que acontecerá. Divagava pelas ruas durante 30 minutos já. O céu estava nublado, e escuro pois o sol já se punha.
Em fim, reconheceu um dos prédios naquela área suburbana, de onde aparentemente tinha vindo. Olhou para o seu relógio reparou que tinha perdido um dia da sua vida. Aproximava-se enquanto que o som da música que daquele fim do mundo saía aumentava. Tony, era casa de Tony.
- Onde tu estavas? – Perguntou Tony rindo-se histericamente, apoiando-se na porta entre aberta de sua moradia. Tinha os olhos inchados e avermelhados, e fazia movimentos lentos como se estive-se sonâmbulo, efeito da droga, e quase não se percebia o que ele dizia. Mas por motivo nenhum ria-se continuamente, feito uma hiena. 
Abriu a porta no tamanho suficiente para Tiago passar.
- Por aí! Preciso do bom produto, Pincho, vida! – Respondeu Tiago sentando-se num sofá onde estavam várias pessoas contribuindo para o aumento do índice de gravidez precoce. 
Vida era o nome estranho que eles davam à cocaína, pois ao contrário da maconha colocava-o com alto astral, e com vontade de viver de novo.
O apartamento estava lotado, o fluxo de pessoas só aumentava com o escurecer da noite. Briga,  ambiente de sexo, dança, strip, música, chicha e o resto.
- Por favor, deixa-me! – Exclamava evasivamente uma voz miúda. 
Parecia que alguém estava no quarto dos fundos, mas não identificava-se se era um apelo ou brincadeira de cama. Aproximou-se. 
Sim, era um pedido de ajuda. Ela continuava a exclamar meio abatida, como se sem forças.
 Mia. Era Mia. 
Andava depressa. Passou seu braço direito pelo seu nariz limpando o pó que expirou.
-Cala a boa sua puta! - xingou um homem - Era isso que você sempre quis! – Ouviu uma voz nojenta que gemia ao mesmo tempo.
Tiago passou-se. Maldito o homem que estava agredindo sua pequena. Mas por sua vez, não deixava de questionar o que Mia estaria a fazer num ambiente destes, o ambiente que ela dizia sempre para ele não frequentar.
"Claro!" Pensou. Como se uma luz de inteligência tivesse acendido em sua cabeça. Ela estava ali por amá-lo, veio salvar-lhe como ela as vezes fazia.
Os gemidos do outro lado aumentavam, e cada gemido fazia crescer sua raiva e vontade de devorar a presa. Mas a fechadura não facilitava a entrada. Ele dava ponta pés, empurrões, fazia tanta confusão mas ninguém fazia caso. Cada um no seu lugar. Em fim abriu-se. Não via corretamente, mas o que conseguia se aperceber ele sabia que nunca ia esquecer. Estava uma rapariga com os cabelos castanhos presos num coque desleixado, com um tope e uma mini-saia. Sua face estava avermelhada e seu nariz sangrava minimamente, mas notava-se. Por cima dela estava um rapaz que estava nas nuvens. Parecia um caloiro no exercício contudo agressivo, lambia-lhe toda e forçava sua mão direita dentro de sua saia.
Nunca isso poderia imaginar ver. Mia, a sua pequena Mia, estava a ser violentada e por causa dele. Pois ela só ali estava por causa dele.
Perdeu totalmente a razão. O rapaz assustou-se com a presença de Tiago. Não percebia porque tanta raiva, era apenas uma putinha que não interessava a ninguém.
- Meu! qual o teu problema? Não estas a ver que é meu lugar! – Falava o garoto feito pintainho molhado. Sentou-se rapidamente quando assusta com um pontapé na cabeça. Tiago agarrou-lhe pelo pescoço levantando-o e jogando contra a parede, libertando a pequena de todo aquele peso cujo aproveitou a ocasião e engatinhou para o outro lado do quarto, pois não tinha forças para andar ou correr, fora molestada. Tiago distraiu-se, olhou para esquerda diminuindo a força nos seus dedos que quase arrancavam a garganta do rapaz que não ia aceitar uma coisa destas, estava sem ar, mas teve sorte. Aproveitou a distração de Tiago pegou no candeeiro de vidro e almejou sua cabeça. Tiago caiu ao chão e ficou tonto. O moço começava a andar para sair daquele quarto pensado que acabou contudo quando Tiago agarra seu pé esquerdo e puxa-o com tanta força que ele cai partindo uma mesa pequena de madeira com a cabeça. Tiago levanta-se estava transformado. Deu-lhe ponta pés contra o estômago fazendo o caloiro vomitar sangue. Ajoelhou-se e continuou enforcando o rapaz que quase perdia a respiração. A rapariga viu que era demais. Tentou defender o morto-vivo segurando o braço de Tiago.
-Mia deixa-me! – Gritou. – Ele vai pagar pelo que fez. – Continuou sentido a atrapalhação da moça. Ela chorava , não por pena, mas porque tinha medo. Medo dele.
- Olha,eu não quero saber sobre ti, eu vou embora pode matar ele mas não fui eu quem mandei. – correu para fora do quarto pegando sua bolsa vermelha.
Desviou o olhar para a pequena, aquela voz, aquela atitude, aquele corpo. Não era Mia. Não era Mia. Assustou-se sentiu-se no fundo do poço. Não sabia o que tinha acontecido, pois era Mia que ele defendia, mas se ela era aquela moça, e aquela moça não era Mia. Ele não tinha defendido sua pequena. Como pode ele confundir aquele lixo com a garota mais meiga que conhecera.
Pincho ou Tony como todos conheciam, entrou no quarto. Seus olhos pareciam estar alucinando. Tiago estava sentado tremendo, sangrando na cabeça, olhando para alguém que estava no chão ao lado dele. Morto?
Conseguia ouvir o som da sirene, mas o que  mais atormentava-o era o facto de ele ter morto alguém.
- Tony, eu matei, eu matei, eu matei - dizia trêmulo, repetindo vezes sem conta. Acabado. 
- Cala boca, vamos sair daqui. – Respondeu Tony. – Ele respira - disse depois de verificar o corpo inanimado ao lado do amigo - Os bófia estão aí tratam dele.
- O que eu faço Pincho? Não posso ir para prisão - disse desesperado 
Tony tirou-o do quarto deixando aí o rapaz. Todos estavam fugindo ao aumentar do som da sirene. Saíram pela traseira. Onde Tiago viu sua mota. Procurou rapidamente as chaves pelos bolsos. Assim que removeu do bolso, Tony tirou de suas mãos. Subiram os dois e sumiram daquelas bandas. 
- Tony porquê que a policia foi em tua casa? Foi por minha causa? – Perguntou Tiago preocupado.
- Não alguém chamou a polícia, você não era o único tentando matar alguém.
- Cala a puta da tua boca, caralho – Respondeu fazendo o amigo acelerar o motor a 100km/h rindo – Não esquece que é tua casa cabrão, é bom que não encontrem nada.
- Rapa eu caio você cai junto - disse rindo de seguida junto com o amigo. 
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Olááááááááááááááááááááá! 
Hoje estou Muito, Mas Muito Feliz.
Aniversário de 3 anos de Namoro.
Tinha Mesmo que Postar Hoje. 
O capítulo não é um tanto especial quanto o significado deste dia para mim. 
Porém.... 

Diana: A Elda ainda me mata se faço spoiler, mas acho que irás gostar menos ainda em breve (acho que não falei tanto) Acredita que essa nota é muito importante para nós. Obrigada. Agora vou ao teu blog, ainda nem li ou comentei porque estava na universidade. Beijos.
E&E

24.3.14

Nono Capítulo Parte 3 - M.A.D

Tê-la em seus braços daquela maneira, só trazia-lhe memórias felizes. Ela o amava, e nem entendia porquê que ele duvidava disso. Era a ele que ela dizia a frente de todo mundo que amava e não a ele, eles eram amigos, tal como ele era de Chila.
Chila.
Virou-se rapidamente na direcção da amiga e sorriu embaraçado segurando a mão de Mia.
- Desculpa - disse recebendo um sorriso fraco da amiga - Mia, minha amiga Chila - apresentou as meninas.
Mia olhou rapidamente ao namorado meio confusa. Diego não tinha amigas, apenas garotas com quem namorou ou que estavam interessadas nele. Ele não acreditava em uma amizade entre sexo oposto.
- Ouvi falar muito de si - falou a dona dos olhos mais claros que a pele - É muito mais linda do que Diego falou - sorriu.
- Obrigada - sorriu de volta, sem saber o que dizer - Você também é muito bonita.
- Eu digo, ela não acredita - disse Diego olhando para amiga sobre o olhar atento da namorada.
- Podemos sair daqui, preciso falar - pediu chamando a atenção do namorado.
- Claro - disse acariciando seu rosto.
- Prazer Chila - disse com um sorriso forçado nos lábios. 
Chila sorriu para a morena se despedindo. Ao contrário do que Diego tinha dito a ela, Mia parecia amá-lo muito e não tinha cara de quem trai o namorado. Nem ele tinha, mas traiu.
Diego nem sequer despediu-se dela, saiu do refeitório agarrado a namorada que enchia-lhe de beijos, ela tinha sido estúpida. Sempre foi.
Mia deu uma checada rápida na rapariga que estava com seu namorado. Ela pode ver algo nos olhos dela que a deixavam insegura. Mas era Diego, seria somente uma amiga, tal como ela era incapaz de o magoar ele também seria. 
A relação deles sempre foi baseada em sinceridade e honestidade e seria assim até ao final. 
Sentiu seu corpo pequeno a ser empurrado contra a parede e as mãos grandes e quentes sobre seu rosto. Olhava-a com tanto amor, com tanto carinho, que ela sentia uma estrela muito brilhante num céu escuro.
- Eu amo-te - sorriu olhando profundamente para o namorado.
- Não sei o que te deu hoje, mas podes fazer sempre - beijou-a suavemente - É tão bom ter-te de volta.
- Preciso contar algo para você - desviou o olhar, fixando seus olhos em suas mãos tremulas - Só diz algo quando eu terminar, ok? - avisou olhando nervosamente para seu rosto.
- Ok amor - levou as mãos pequenas aos seus lábios depositando um beijo nelas.
As palavras estavam na sua mente, mas não conseguiam sair de sua boca. Diego podia não acreditar nela, ou não perdoa-la e ela não queria perdê-lo, não agora que sabia que ele sempre foi quem ela queria.
Suspirou e retirou o olhar de suas mãos.
Pode ver a sombra de um corpo no fundo do corredor andando calmamente e meio desorientado, não se encontrava sozinho e a gargalhada que ouviu a seguir fez com que identificasse a pessoa.
Afastou-se de Diego e passos rápidos foi na direção do rapaz, sentindo a raiva tomar conta dos seu corpo.

O sorriso sumiu do seu rosto quando viu a rapariga aproximar-se prendendo seu cabelo num coque desajeitado seguida pelo namorado que ele desejava que morresse. 
- Mia ! - citou o nome dela numa lentidão que lhe parecia normal.
A garota ignorou o entusiasmo do amigo e segurou seu rosto pelo queixo e verificou o estado do amigo.
Tinha os olhos bastante vermelhos e as pupilas muito dilatadas.
- Você prometeu para mim - lamentou chorosa largando o rosto do amigo.
Se ainda houvesse alguma dúvida que ele não estivesse bem foi retirada com a gargalhada que ele deu. 
- Vamos embora - pediu Diego vendo a agonia no olhar da namorada.
- Tiago, vem comigo - disse pegando ele pelo braço- Vamos eu cuido de ti - disse.
Tiago sendo maior e forte livrou-se das mãos dela com facilidade apesar de quase derrubar a amiga.
- Não vou a lugar nenhum - disse sendo abraçado por uma garota que ela sabia não ser uma boa companhia do amigo.
- Eu cuido dele - disse a magrela com um rosto cansado e com quilos de maquiagem. 
- Não falei consigo - falou rapidamente para a mulher - Tiago eu cuido de ti, vamos - pediu.
- Vai é cuidar do seu namorado - disse para a amiga - Ele realmente esta a precisar - falou rindo com os amigos - 3 anos tiram até a habilidade além de enferrujar - disse rindo como se tivesse num espectáculo de humor.
- Se é que a Negona já não passou óleo - comentou Toni , irritando Diego.
Mia pegou o namorado antes dele partir em cima das péssimas companhias de Tiago.
- Vamos, não vale a pena - disse sentindo um ardor nos olhos - Já não podemos ajudar - disse com os olhos fixos nos de Tiago.

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Olá meninas! 
Como hoje não tive todas aulas e vcs comentaram, aí está o capítulo. 
Vocês estão mesmo a gostar? Nem parece real.
Escrevi um capítulo hoje que me deixou muito triste, espero que nunca aconteça comigo.
Ilka: Imagino que seja pelo que o Tiago fez, mas não fiques isso não muda quem ele é, acho!
Diana: Ainda bem que adoraste. :) e Fico Feliz por Isso. E pela inscrição ter sido aceite. Quis tanto escolher-te, mas como leitora assídua, Seria estranho. Mas obrigada.
Comentem. Vocês têm sido nosso Incentivo ;)
Obrigada
E&E